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Internacional
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Jovem morre após agressão na França e esquerda radical é apontada como suspeita

A morte de Quentin está aumentando a tensão política na França. Ministro da Justiça culpa partido de “ultraesquerda”.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
16/2/2026 14:48
O Globo

Um jovem de 23 anos morreu após ser agredido. Quentin Deranque passou dois dias internado entre a vida e a morte por causa do traumatismo craniano.

A agressão aconteceu na quinta-feira, perto de um evento da deputada europeia Rima Hassan, do partido de esquerda A França Insubmissa (LFI).

O coletivo Némésis, do qual o jovem participava, organizou um protesto contra a presença da deputada. O grupo afirma defender as mulheres e critica a imigração ilegal.

Vídeos exibidos pela televisão francesa mostram um grupo atacando três jovens que estavam no chão. Testemunhas relataram o uso de barras de ferro

Membros do coletivo afirmam que os agressores seriam da Jeune Garde, grupo antifascista ligado ao LFI. 

No entanto, os agressores ainda não foram investigados e o partido diz que não teve nenhum envolvimento com a morte.

A sigla condenou as agressões. A própria deputada Rima Hassan pediu um inquérito para investigar o caso.

"Um inquérito deve esclarecer as circunstâncias destes acontecimentos extremamente graves e inaceitáveis, que condeno firmemente. Os responsáveis por esta violência devem ser responsabilizados o mais rapidamente possível para que seja feita justiça", escreveu Rima Hassan.
  • Entenda o que é o movimento Antifa e como eles usam violência para silenciar adversários e pessoas que pensam diferente com o episódio especial da trilogia Grandes Minorias. Clique aqui para assistir.

Tensão aumenta na França após morte

O assassinato aumentou a tensão política na França, às vésperas das eleições municipais de março.

Escritórios do LFI foram vandalizados em várias regiões do país. Manifestações convocadas por grupos da direita ocorreram em cidades como Montpellier e Paris.

O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, afirmou que o crime foi causado pela “ultraesquerda” e culpou partidos radicais pelo clima político:

"Foi claramente a ultraesquerda que o matou… Há, de fato, discursos, particularmente do França Insubmissa e da ultraesquerda, que infelizmente levam a uma violência desenfreada nas redes sociais e, depois, no mundo físico", falou à rádio RTL.

Líder da esquerda condena uso da violência

Ontem (15), Jean-Luc Mélenchon, líder da LFI, comentou o caso em uma publicação de sua conta nas redes sociais.

Ele divulgou um vídeo de um discurso, no qual critica a violência política e defende a ação pacífica. A legenda trazia uma mensagem de solidariedade com familiares:

"Expressamos nossa empatia à família do jovem Quentin, que faleceu após um confronto. Sabemos como é a dor de pais que perdem um filho, independentemente das opiniões que defendam.”
Para nós, a não violência é uma escolha filosófica fundamental. A violência atrofia nossos movimentos e traz o medo que se espalha e contamina", continuou a mensagem.

Já Hassan disse estar “consternada” com a morte do jovem e falou que nunca viu os seguranças da LFI usarem violência:

Em cada uma das minhas viagens, o único serviço de segurança com o qual colaboro e que me acompanha é o do LFI, que nunca recorre à violência e que não está, de forma alguma, envolvido nesses confrontos

Apesar da frase do ministro da Justiça, o caso ainda está sendo investigado e as suspeitas de que se trata de um crime político ainda estão sendo analisadas.

Caso as suspeitas se confirmem, essa não será a primeira vez que grupos atacam pessoas por causa de suas opiniões políticas.

Uma das organizações acusadas de agir dessa forma é justamente o movimento Antifa, que diz lutar contra ideologias radicais.

A Brasil Paralelo investigou esse movimento no primeiro episódio da trilogia As Grandes Minorias. Assista completo abaixo:

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