Desde a prisão do ditador Nicolás Maduro, a Venezuela parou de vender petróleo para Cuba, o que tem colocado a ilha em uma situação muito difícil.
Para piorar a situação do regime, Trump decidiu intensificar o bloqueio comercial. Ele ameaçou colocar tarifas contra países que venderem combustíveis para Havana.
Isso fez o México, que assumiu parte do fornecimento, anunciar o fim das vendas para a Ilha.
Cuba precisa de cerca de 100 mil barris de petróleo por dia para manter sua economia funcionando, mas produz apenas 40 mil.
Segundo dados da empresa belga Kpler, publicados pelo Financial Times, o país tem petróleo suficiente para apenas 15 a 20 dias.
Com menos combustível, os apagões se tornaram rotina. Em muitas regiões, a energia elétrica fica indisponível por até 15 horas por dia.
Em meio ao caos, os cubanos buscam alternativas. À beira de estradas da capital, vendedores oferecem carvão vegetal e fogareiros artesanais.
“Todo mundo sabe o que vem agora. Não temos combustível no país, é preciso buscar alternativas”, disse a funcionária pública Niurbis Lamothe à AFP.
Um saco de carvão pode custar aproximadamente 2.600 pesos, quase metade do salário médio cubano. Para muitas famílias, é a única forma de cozinhar durante os cortes de energia.
A situação não é a única questão que atrapalha a economia cubana. No ano anterior à queda de Maduro, em janeiro, a economia do país encolheu cerca de 5% em 2025.



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