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Crime
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Polícia desmonta rede satanista que promovia pedofilia e rituais ocultistas

Investigação descobriu milhares de arquivos e ao menos 145 suspeitos ao redor do mundo.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
10/2/2026 14:31
The Camberra Time

No final do ano passado, quatro homens foram presos em Sydney, na Austrália, por integrar uma rede internacional de pedofilia ritualística e satânica

Agora, as autoridades estão descobrindo que o esquema envolvia centenas de pessoas ao redor do mundo.

Os suspeitos foram detidos após uma série de operações de uma força-tarefa criada para investigar a material de abuso sexual infantil.

O grupo usava um site e plataformas criptografadas para compartilhar e distribuir material de abuso.

As investigações apontam que os integrantes trocavam arquivos, mantinham conversas e discutiam preferências, sempre em meio a símbolos, linguagem e referências ocultistas

A polícia apreendeu milhares de arquivos, incluindo vídeos de violência sexual contra crianças, bebês e animais.

Em quase 20 anos atuando como magistrado, não li muitos casos piores do que este”, disse a juíza Viney, responsável pelo caso.

Caso envolve 145 suspeitos ao redor do mundo

Com o avanço das investigações, a polícia australiana confirmou que o caso é muito maior do que se imaginava

As autoridades já identificaram 145 suspeitos em outros países e o caso está sendo investigado pela polícia de países como:

  • Austrália;
  • Estados Unidos;
  • Canadá;
  • México;
  • Nova Zelândia.

Além de autoridades de países espalhados em outros continentes, como Europa, América do Sul e Sudeste Asiático.

A polícia da Nova Zelândia confirmou que está trabalhando em conjunto com Nova Gales do Sul, oferecendo apoio à investigação conforme solicitado. 

Segundo o inspetor Stuart Mills, as autoridades neozelandesas acompanham o caso, embora não tenham divulgado mais detalhes.

Todos os homens presos na Austrália tiveram fiança negada e seguem detidos, aguardando novas audiências judiciais

As autoridades continuam analisando milhares de arquivos digitais, na tentativa de identificar vítimas e outros integrantes da rede.

A comandante da divisão de crimes sexuais da polícia de Nova Gales do Sul, Jayne Doherty, disse que as investigações estão analisando as crianças com quem eles tiveram contato.

Devido à natureza do material que eles compartilhavam e às conversas das quais tomamos conhecimento, ficamos preocupados com qualquer criança que essas pessoas pudessem ter contato”.

A superintendente ressaltou que, até o momento, não há indícios de que os presos tenham produzido o material, mas confirmou que as imagens são reais.

Não identificamos uma criança específica ainda, mas as imagens são de crianças reais.”

Segundo ela, o caso tem sido ainda mais macabro por causa de seu caráter ritualístico satânico:

A polícia vai alegar em juízo que esse grupo internacional mantinha conversas e compartilhava material que retratava abuso e tortura de crianças, envolvendo símbolos e rituais ligados ao satanismo e ao ocultismo.

Denúncia aponta que caso Epstein também pode envolver rituais ocultos

Ao longo das últimas semanas, um dos principais temas discutidos na internet tem sido a divulgação de documentos envolvendo o caso Epstein.

Entre os 3,5 milhões de arquivo liberados, há uma denúncia que chama atenção por falar sobre um ritual que teria incluído canibalismo e assassinato de bebês.

A vítima relata que viu bebês serem desmembrados e terem seus intestinos removidos. As pessoas envolvidas comeram as fezes que haviam dentro dos intestinos.

No iate, ele testemunhou bebês sendo desmembrados, suas entranhas removidas, e indivíduos comendo as fezes dessas entranhas.”

O delator teria sido levado para o FBI por Michael Moore, jornalista  acusado de ser conspiracionista e investigado por violação de direitos autorais.

O mesmo documento segue afirmando que a suposta vítima tem histórico de uso de drogas e abuso sexual, além de afirmar que as memórias estiveram reprmidas até passar por terapia em 2016.

Clique aqui para acessar o documento original completo.

É importante destacar que o Departamento de Justiça liberou todos os documentos em posse do FBI, podendo incluir informações falsas ou exageradas:

"Esta produção pode incluir imagens, documentos ou vídeos falsos ou submetidos falsamente, uma vez que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na produção que atende à Lei."

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