Entre os 3,5 milhões de arquivos liberados pelo governo sobre o caso de Jeffrey Epstein existe um e-mail que cita o médium João de Deus.
O ex-líder religioso foi condenado a quase 500 anos de prisão por centenas de crimes sexuais que cometeu ao longo de décadas na Casa Dom Inácio de Loyola.
E-mail aponta que Epstein estaria ligado ao tráfico de bebês
Um e-mail trocado entre duas pessoas desconhecidas em 2020, um ano após a morte de Epstein tem como assunto:
“Mulher que acusou o líder de culto, João de Deus, se mata em sua casa na Espanha”.
A mensagem faz referência à ativista Sabrina Bitencourt, que se suicidou em sua casa em Barcelona.
Em 2019, Sabrina denunciou que o médium teria escravas sexuais que eram obrigadas a engravidar. Os bebês eram vendidos para famílias estrangeiras por “20 mil e 50 mil dólares”.
Segundo a acusação, essas mulheres “viviam próximas dos garimpos ilegais de João de Deus” e eram forçadas a engravidar em troca de comida para seus filhos.
O e-mail afirma que Jeffrey Epstein teria feito algo semelhante em sua propriedade no Novo México, EUA:
"[Pessoa desconhecida] falou sobre isso acontecendo no Rancho Zorro. Ela afirmou em registro que Epstein lhe ofereceu dinheiro para fazer isso. Dar à luz bebês para o mercado negro", segue a mensagem.
Por fim, uma das pessoas na conversa agradece à pessoa por investigar o caso e envia um link de uma matéria sobre o suicídio.

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