O Conselho da Paz criado por Donald Trump divulgou os primeiros planos para a reconstrução da Faixa de Gaza após dois anos de guerra no Oriente Médio.
O projeto prevê uma transformação do território palestino e inclui a construção de infraestruturas modernas.
A estratégia está dividida em quatro etapas: controlar a situação atual, ajuda humanitária, médio prazo e longo prazo.
No curto prazo, o foco será remover escombros e munições não detonadas, restabelecer cadeias de suprimento e garantir água, saneamento e energia.
Em seguida, o plano prevê a construção de moradias permanentes, hospitais, clínicas, escolas e universidades.
No longo prazo, a proposta busca uma transformação do território palestino e inclui a construção de infraestruturas modernas como:
- arranha-céus à beira-mar;
- ferrovias;
- portos;
- aeroporto;
- exploração de gás natural.
A região também teria internet de alta velocidade para toda a população, com uso de carteira digital para impulsionar o comércio local. Não foram divulgados prazos para a conclusão de cada fase.
O Conselho anunciou um investimento inicial de US$7 bilhões, o equivalente a cerca de R$37 bilhões, para iniciar a recuperação do território.
Além disso, Trump declarou que os Estados Unidos enviarão US$10 bilhões, cerca de R$51 bilhões, adicionais ao conselho. Outros países também prometeram aportes bilionários.
O empreendedor Marc Rowan, que faz parte do conselho, afirmou que o plano prevê a construção de 100 mil casas inicialmente e 400 mil unidades habitacionais no longo prazo.
O número seria suficiente para acomodar toda a população da região. Só a construção das residências está estimada em US$30 bilhões (R$155 bilhões).
O investimento inicial anunciado representa cerca de 10% dos US$70 bilhões (R$363 bilhões) que serão necessários para reconstruir Gaza ao longo de décadas, segundo a ONU.




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