Dois anos depois de concorrer à Prefeitura de São Paulo, a Justiça Eleitoral de São Paulo determinou que Pablo Marçal não pode frequentar bares, boates e casas de prostituição.
Além disso, o influenciador foi proibido de deixar Barueri sem ter uma autorização judicial.
A proibição faz parte de um acordo que suspende por dois anos um processo de Guilherme Boulos contra o empresário.
A ação foi movida por causa de um laudo falso acusando o psolista de usar drogas, o documento foi divulgado por Marçal apenas dois dias antes do primeiro turno das eleições municipais de 2024.
Em maio do ano seguinte, o Ministério Público Eleitoral denunciou Marçal por difamação e falsificação de documento.
Segundo a decisão judicial, o Ministério Público ofereceu a Marçal e a seu advogado uma proposta de Suspensão Condicional do Processo.
Esse instrumento pode ser aplicado a crimes que têm pena mínima seja igual ou inferior a um ano.
O acusado aceita cumprir determinadas condições impostas pela Justiça, e o processo fica suspenso durante o período estabelecido.
Marçal não foi o único processado pelo caso. O advogado Tassio Renam Souza Botelho também foi alvo da acusação e aceitou o acordo com a Justiça.
O dono da clínica que apresentou o laudo falso, Luiz Teixeira da Silva Júnior, foi outro acusado, mas ele não aceitou a negociação.







.jpg)





.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)


.jpg)







