O presidente do STF, ministro Edson Fachin, participou de uma reunião de emergência com o presidente do Senado e o da Câmara dos Deputados.
O encontro aconteceu em meio à tensão causada pelo avanço da Corte contra os chamados "penduricalhos" no serviço público, benefícios que serão julgados em plenário amanhã (25).
A crise começou no dia 5, quando Flávio Dino determinou que todos os órgãos dos Três Poderes realizassem uma revisão completa nas folhas de pagamento em até 60 dias.
O objetivo é identificar benefícios que fazem a remuneração ultrapassar o teto constitucional, que atualmente chega em R$46.366,19, e cortar os supersalários.
Além disso, Gilmar Mendes tomou a decisão de suspender os penduricalhos para juízes e membros dos Ministérios Públicos no dia 23.
Apesar das decisões, o STF concordou em criar uma regra de transição antes de cortar os penduricalhos após a reunião.




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