As principais notícias todos os dias em seu e-mail
Garanta o próximo envio:
00
D
00
H
00
M
00
S
February 26, 2026
RECEBER DE GRAÇA
2026-02-26 6:00 pm
This is some text inside of a div block.
3
min de leitura

Heading

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.

Por
This is some text inside of a div block.
Publicado em
This is some text inside of a div block.
This is some text inside of a div block.
Atualidades
3
min de leitura

“Meu filho foi tirado de mim”: o apelo de um pai contra a transição de gênero do filho de 10 anos

Caso ganha destaque após Elon Musk expor decisão judicial que autorizou criança autista a mudar de sexo na Islândia.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
25/2/2026 13:26
Foto publicada por Alexander com seu filho

Na madrugada desta quarta-feira, o bilionário Elon Musk repostou um vídeo em sua conta no X. O post deu visibilidade ao apelo de Alexander Rocha, um pai que vive na Islândia e afirma ter tido o filho de 10 anos tirado dele pela Justiça.

O motivo? Ele se opôs à mudança de sexo da criança. Musk chegou a comentar que o "vírus da mente woke" afeta até a Islândia.

No vídeo, Alexander desabafa, dizendo que nenhum pai deveria passar por algo do tipo e que está há meses sem ver o filho, que foi diagnosticado com TDAH e transtorno do espectro autista.

Segundo Alexander, a disputa judicial começou quando a mãe da criança iniciou o processo de transição de gênero do menino aos sete anos. Aos dez, o tribunal islandês decidiu a favor da mudança de nome e do uso de bloqueadores de puberdade.

Alexander argumenta que o filho, pela idade e pela condição de autismo, não compreende as consequências de procedimentos que alteram drasticamente o corpo e a mente.

"As crianças merecem viver livres da ideologia de gênero radical, que as pressiona a tomar decisões de vida que elas nem sequer compreendem ainda", afirmou o pai.

O Islandês agora busca financiamento para recorrer da decisão no Tribunal da Islândia.

  • Gostaria de receber as principais notícias do dia diretamente em seu E-mail, todos os dias e de graça? Assine o Resumo BP, a newsletter de jornalismo da Brasil Paralelo. Clique aqui e aproveite.

Organização Woke esteve por trás da decisão

A sentença proferida em dezembro de 2025 pelo Tribunal local revela uma trama complexa. 

A guarda foi concedida à mãe pela falta de colaboração entre os pais e à resistência paterna em aceitar a identidade do filho. Segundo o tribunal, esse conflito gerava instabilidade emocional e sofrimento à criança.

O caso contou também com a participação da Samtökin '78, a organização nacional LGBT da Islândia.

A organização alegou que a agressividade e a automutilação do menino estavam ligadas ao sofrimento por não ter sua identidade aceita.

Esses laudos ajudaram a convencer o tribunal de que a criança precisava de afirmação para recuperar sua estabilidade emocional.

Sob as leis de autonomia de gênero da Islândia, o tribunal entendeu que o "melhor interesse da criança" era permanecer com a mãe, que apoia a transição.

Alexander se opôs totalmente e foi categórico:

"As crianças merecem viver livres dessa ideologia de gênero radical, que as pressiona a tomar decisões de vida que elas ainda nem conseguem entender."

A origem do que está por trás do caso

Para entender por que um tribunal na Islândia foca tanto na "identidade" em vez da biologia, é preciso olhar para 1955.

Foi naquele ano que o psicólogo John Money criou o conceito de "papel de gênero", defendendo que ser homem ou mulher era uma construção social, e não um fato biológico.

Mas Money não ficou apenas na teoria. Ele decidiu provar sua tese com um experimento que se tornaria um dos mais sombrios da medicina:

  • O caso David Reimer: após um acidente cirúrgico que mutilou um bebê, Money convenceu os pais a criarem o menino como uma menina ("Brenda").
  • A "prova" científica: durante anos, Money relatou ao mundo que o experimento era um sucesso absoluto e que a criança estava perfeitamente adaptada.
  • A realidade: Enquanto Money recebia aplausos acadêmicos, David vivia uma infância de confusão e sofrimento. A farsa só foi descoberta anos depois, quando David, já adulto, revelou a tragédia que sua vida havia se tornado.

A Brasil Paralelo viajou ao Canadá e mergulhou em meses de pesquisa documental para reconstruir essa trajetória.

O resultado é John Money, uma produção que expõe como uma teoria controversa do século passado se tornou a base das decisões judiciais de hoje.

Assista ao trailer

O jornalismo da Brasil Paralelo existe graças aos nossos membros

Como um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa. 

Quanto mais pessoas tivermos conosco nesta missão, mais longe iremos. Por isso, agradecemos o apoio de todos. 

Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo. 

Clique aqui.

Relacionadas

Todas

Exclusivo para membros

Ver mais