Familiares e apoiadores do traficante Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, se reuniram para velar o criminoso em uma cerimônia marcada por luxo e uma forte presença militar.
Ele era um dos principais líderes do Cartel de Guadalajara Nueva Generación (CJNG), uma das facções mais temidas e poderosas do país.
Sua morte aconteceu após uma operação do Exército e deu início a uma série de ataques que paralisaram o país.
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O corpo foi levado em um cortejo de carros para um cemitério de uma cidade próxima a Guadalajara.

O trajeto completo foi acompanhado por policiais e militares fortemente armados, que ficaram nas proximidades do cemitério.

O local estava enfeitado por grandes arranjos de flores enviados anonimamente. Segundo a AFP, foram necessários cinco caminhões para transportar todas as coroas.
Muitos arranjos faziam referência a galos, em homenagem à paixão de Mencho pelas rinhas, que chegaram a lhe render o apelido de Senhor dos Galos.

Conforme os convidados chegavam, eram recebidos por uma banda que tocou músicas tradicionais mexicanas e narcocorridos, canções que exaltam chefes do narcotráfico.
Quando o caixão dourado chegou à capela dentro do cemitério, foi feita uma cerimônia religiosa com as pessoas mais próximas.

Após o rito, o caixão foi levado até o túmulo. A sepultura é simples, bem diferente dos grandes mausoléus que marcam o descanso de outros chefes do narcotráfico no país.
As homenagens duram cerca de uma hora. Muitos dos presentes usavam máscaras ou carregavam guarda-chuvas pretos para esconder o rosto e dificultar fotos.
A forma como o enterro foi feito dialoga com o imaginário popular sobre os carteis mexicanos e a narco-cultura do país.



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