Realizar aborto pode prejudicar a saúde mental das mulheres. Esta é a conclusão de um levantamento realizado com 1,2 milhão de gestações, ao longo de 17 anos em Quebec. A pesquisa trouxe novas evidências sobre a relação entre aborto e saúde mental.
Um estudo publicado no Journal of Psychiatric Research acompanhou mulheres entre 2006 e 2022. Das gestações acompanhadas 28.721 optaram pelo abortos induzidos.
As mulheres foram monitoradas por até 17 anos após o fim da gestação para avaliar hospitalizações relacionadas a problemas de saúde mental.
Entre essas substâncias estão:
O aborto é tema de debates em várias partes do mundo. O que raramente entra em pauta, no entanto, são as origens e as motivações de quem promove essa prática. O documentário Duas Vidas: do que estamos falando quando falamos de aborto, da Brasil Paralelo, revela histórias de mulheres que viveram essa realidade de perto.
Em uma outra pesquisa realizada no Reino Unido, o Dr. Gregory Pike, do Adelaide Centre for Biothics and Culture, analisou trabalhos realizados mundialmente e publicou um trabalho intitulado “O aborto e a saúde das mulheres”.
O estudo foi realizado na Sociedade para a Proteção da Criança por Nascer do Reino Unido (SPUC).
O Dr. Pike descobriu entre as mulheres do estudo, que:
“O suicídio é cerca de seis vezes maior após o aborto do que após dar à luz. O aborto está associado a taxas significativamente maiores de morte para as mulheres até dez anos após um aborto, em comparação a mulheres que dão à luz”.
Ao apresentar o relatório em 27 de outubro de 2017, Antonia Tully, diretora de campanhas da SPUC, afirmou que entidades que apoiam o aborto não parecem se interessar pelo impacto nas mulheres.
“[…] ao lobby pró-aborto e à indústria do aborto, que gasta milhões de libras do contribuinte por realizar abortos financiados pelo Estado, não parece interessar o impacto do aborto nas mulheres ou se recusam a olhar o impacto que tem”.
“Nós realmente nos importamos com o fato de que mulheres que têm um aborto experimentam problemas de saúde mental 30% mais do que mulheres que dão à luz. […] Para nós, importa muito que o risco de suicídio seja aproximadamente seis vezes maior após um aborto do que após um parto”.
Os pesquisadores afirmam que o aborto induzido esteve associado a aumento no risco de hospitalizações por problemas de saúde mental até 17 anos após o procedimento.
Esse risco foi mais elevado nos primeiros cinco anos e diminuiu ao longo do tempo, embora tenha permanecido acima da média para transtornos ligados ao uso de substâncias.
Segundo os autores a opção pelo aborto pode indicar maior vulnerabilidade psicológica e que é possível oferecer apoio em saúde mental e suporte social.
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