A estratégia da campanha de Flávio Bolsonaro
Tanto Lula, quanto Flávio, possuem um desafio muito grande para a Eleição de 2026: a conquista do eleitorado de centro.
Uma pesquisa da Quaest, apontou que dois a cada três brasileiros não desejam nem Lula e nem Bolsonaro como presidente.
Apesar da alta rejeição dos principais nomes da direita e da esquerda, as principais pesquisas do país apontam para um segundo turno entre eles.
Neste cenário, os eleitores que rejeitam ambos os pré-candidatos precisariam escolher ou anular o voto, e é essa parcela do eleitorado que ambos tentam conquistar.
Flávio Bolsonaro avançou no carnaval
A escola de samba que homenageou Lula no carnaval gerou danos políticos ao presidente. Representando famílias tradicionais em potes de conserva, a performance foi altamente criticada, o que impactou as pesquisas diárias feitas pelo mercado financeiro.
Segundo Mônica Bergamo, Flávio Bolsonaro chegou a ficar na primeira posição em algumas dessas pesquisas e a desaprovação do governo Lula subiu.
Críticos conhecidos da família Bolsonaro, como Otoni de Paula, atacaram abertamente o governo Lula.
O deputado disse que o desfile quebrou pontes entre o atual governo e os evangélicos, grupo que Lula busca conquistar até as eleições.
A escolha do vice será estratégica para os dois lados
Lula tenta trazer o MDB para sua chapa para ganhar mais apoio no Congresso e mais tempo de TV. Para isso, pode até trocar Geraldo Alckmin. A ideia é ampliar alianças e deixar a oposição com menos espaço.
Já Flávio Bolsonaro procura um vice que ajude a melhorar sua imagem entre eleitores moderados e no mercado financeiro.
Nomes como Tereza Cristina e Romeu Zema são cogitados por terem ligação com o agronegócio e fama de boa gestão.
Nos bastidores, a conversa é intensa. Antes mesmo de a campanha começar oficialmente, as equipes de Lula e Flávio já trabalham arduamente.
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