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Brasil
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Bicheiro mais procurado do Rio de Janeiro é preso após anos de busca

Adilsinho é apontado como líder da máfia do cigarro, foi localizado em Cabo Frio e tinha cinco mandados de prisão em aberto.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
26/2/2026 13:18
Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, é escoltado por agentes da força integrada de combate ao crime organizado após ser preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Depois de anos de investigações, operações frustradas e monitoramento contínuo, a Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (26) Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. 

Considerado um dos principais nomes da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro, ele foi localizado em Cabo Frio, na Região dos Lagos, após ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/RJ), que reúne Polícia Federal, Polícia Civil e Ministério Público Federal. Um monitoramento por drones confirmou o endereço onde o contraventor estava.

Adilsinho é apontado como controlador de áreas da Zona Sul, Centro e Zona Norte da capital fluminense. Segundo a PF, ele também é o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado. 

Contra ele havia cinco mandados de prisão, tanto na Justiça Federal quanto na estadual, incluindo acusações de chefiar a chamada “máfia do cigarro” e de ser mandante de homicídios ligados à disputa pela contravenção. 

A polícia ainda apura possível envolvimento em ao menos 27 crimes atribuídos a um grupo de extermínio.

A prisão ocorre no contexto da Operação Libertatis, iniciada em 2023. Na primeira fase, agentes estouraram uma fábrica clandestina de cigarros em Duque de Caxias, onde 19 paraguaios foram encontrados em condições análogas à escravidão. 

Segundo a PF, trabalhavam 12 horas por dia, sete dias por semana, sem remuneração e em ambiente insalubre. A investigação avançou para rastrear a estrutura financeira e logística do grupo.

O mercado ilegal de cigarros é um mercado bilionário 

Dados do setor indicam que, entre 2018 e 2023, o Brasil deixou de arrecadar cerca de R$ 10 bilhões em impostos com a venda de produtos falsificados, sendo mais de R$ 2 bilhões apenas no Rio. 

Segundo as investigações, a organização controlava dezenas de municípios e impunha a comerciantes a venda exclusiva do produto clandestino.

O histórico de Adilsinho inclui passagens por outras operações, como a Furacão, em 2009, e a Dedo de Deus, em 2011, quando foram apreendidos milhões de reais em espécie em sua residência. Ele também manteve atuação pública em áreas como futebol e carnaval, sendo fundador de clube esportivo e patrono de escola de samba.

Preso, Adilsinho foi encaminhado à sede da Polícia Federal no Rio. A investigação segue para apurar a extensão das atividades da organização e a responsabilidade de outros envolvidos.

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