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A deputada Gladis Aurora López, do Partido Nacional (centro-direita), ficou ferida ao ser atingida por um artefato explosivo enquanto falava com a imprensa em frente ao Congresso Nacional, na capital hondurenha.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostrando o exato momento da explosão.
Segundo o Partido Nacional, de centro-direita, o artefato teria sido lançado por membros do partido governista Liberdade e Refundação (Libre). A legenda afirmou que a explosão ocorreu muito próxima da deputada e causou ferimentos em suas costas.
O Partido Libre não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário feitos pela imprensa local.
O que aconteceu?
O ataque ocorreu momentos antes de López entrar no prédio do Legislativo. Ela foi socorrida por pessoas que estavam no local e por equipes que atuavam dentro das instalações do Congresso.
Imagens divulgadas após o episódio mostram a deputada com cortes profundos nas costas, recebendo atendimento médico. Em uma das fotos, a camisa usada por ela aparece rasgada, com um buraco na região central das costas.
Gladis Aurora López também é representante de Honduras no Parlamento Centro-Americano (Parlacen). O ataque aconteceu enquanto ela respondia a perguntas da imprensa, em um contexto de forte tensão política no país.
O presidente do Congresso Nacional, Luis Redondo, afirmou que determinou uma investigação imediata.
“Determinei de maneira imediata à segurança do Congresso Nacional que fossem revisadas as câmeras de segurança internas, bem como os registros do sistema 911, com o objetivo de identificar o responsável por lançar um artefato explosivo do lado de fora (na via pública) e proceder conforme a lei”.
Em seguida, Redondo disse que o Legislativo condena o episódio. Horas antes do ataque, Redondo havia convidado a população hondurenha a comparecer ao Congresso e “permanecer pelo tempo que fosse necessário” para acompanhar a sessão.
A convocação levou à montagem de uma operação com reforço policial para permitir a presença do público.
Episódio pouco antes da posse presidencial
O episódio ocorre em meio a um clima de desconfiança política após as eleições presidenciais de 30 de novembro.
Na votação, Salvador Nasralla recorreu ao Tribunal de Justiça Eleitoral pedindo recontagens em vários departamentos, depois que a autoridade eleitoral declarou o candidato do Partido Nacional, Nasry Asfura, vencedor por menos de 1% dos votos.
Nasralla e Asfura disputavam a sucessão do Partido Libre, de esquerda, da presidente Xiomara Castro. A candidata governista, Rixi Moncada, ficou em terceiro lugar. Asfura deve assumir a presidência em 27 de janeiro.
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