As principais notícias todos os dias em seu e-mail
Garanta o próximo envio:
00
D
00
H
00
M
00
S
December 30, 2025
RECEBER DE GRAÇA
This is some text inside of a div block.
3
min de leitura

Heading

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.

Por
This is some text inside of a div block.
Publicado em
This is some text inside of a div block.
This is some text inside of a div block.
Saúde
3
min de leitura

Considerado o pai do aborto nos EUA, o dr. Bernard Nathanson se tornou um dos maiores ativistas em defesa da vida

Tudo mudou quando o médico viu um bebê por meio de um ultrassom.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
19/10/2023 12:08
Copyright © 2011 AP

Conhecido como o pai do aborto, o médico Dr. Bernard Nathanson foi o responsável direto e indireto por dezenas de milhares de abortos nos Estados Unidos. Ele também alcançou uma proeza única: ser odiado pelo movimento pró-vida durante parte de sua carreira e ser odiado pelo movimento pró-aborto durante a outra parte.

Bernard N. Nathanson nasceu em 1926, nos Estados Unidos. A questão do aborto esteve sempre presente em sua história.

Ainda na adolescência, engravidou sua namorada da faculdade e a convenceu a abortar. Esse foi o primeiro dos 75 mil abortos pelos quais foi responsável.

Alguns anos depois, já formado médico, o doutor Nathanson realizou o aborto em sua própria mulher, grávida de seu filho.

“Confesso que não senti nada mais do que uma plena satisfação profissional por mais um procedimento cirúrgico bem sucedido”, disse o médico em sua biografia.

Seu envolvimento com a prática do aborto tornou-se algo cada vez mais profundo e frequente

Ativista dos direitos pró-aborto, Nathanson foi diretor do Centro de Saúde Sexual e Reprodutiva da cidade de Nova Iorque. Sua clínica tinha 10 salas, 35 médicos e realizava, em média, 120 abortos diários, inclusive aos domingos.

O médico realmente acreditava na ideia de que oferecer um aborto tecnicamente bem-feito seria um benefício para as mulheres.

Nathanson conta em sua autobiografia que, junto a um grupo pró-aborto, criou as expressões que são usadas como eufemismos para a palavra aborto: interrupção da gravidez e direito de escolha, com o objetivo claro de legalizar o aborto.

Dr. Nathanson revela táticas para manipular a opinião pública

Em uma conferência em Madrid, o médico revelou a estratégia que ele e os ativistas pró-aborto usavam para manipular a opinião pública:

“Usamos uma tática importante: a da grande mentira que se repete constantemente e acaba sendo aceita como verdade.

Em 1968, dizíamos que na América eram praticados  1 milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que não passavam de 100 mil. Nós multiplicamos por dez para chamar a atenção.

Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram menos de duzentas, um número  pequeno para a  nossa propaganda.

Espalhamos esse números exagerados nos meios de comunicação, nos grupos universitários e, sobretudo, entre as feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam. Essa era a base da propaganda pró-aborto"
.

O desenvolvimento de uma tecnologia que mudou para sempre a vida do pai do aborto

Ao mesmo tempo em que a luta pelo aborto avançava e a clínica do Dr. Nathanson prosperava, a ultrassonografia foi desenvolvida. A medicina fetal começava a desenvolver seus procedimentos e diagnósticos.

O pai do aborto cometeu o “erro” de fazer um ultrassom enquanto realizava um aborto. Pela primeira vez Nathanson viu o nascituro no útero da mãe.

O médico realizava o aborto por sucção, ao introduzir na mãe o aspirador, Nathanson notou que o feto se debatia contra o aparelho. Aquilo lhe gerou um grande mal estar e uma mudança definitiva, era como se ele escutasse um grito silencioso.

Ao ver o ultrassom, Bernard Nathanson se chocou e começou a refletir. Em seu livro, ele declara que ainda não tinha se convertido religiosamente, mas, naquele momento, observou que ali estava um feto reagindo à sua própria morte, o que o impressionou muito.

A vida do pai do aborto foi interrompida e em lugar, começava a se formar um dos maiores ativistas pró-vida que a história já viu nascer.

“[O aborto] é o holocausto mais atroz da história” afirmou o agora defensor da vida, doutor Bernard Nathanson.

A visão da vida por meio de um ultrassom mudou para sempre sua percepção sobre o aborto:

"Pude comprovar que é um ser humano com todas as suas características. E se é uma pessoa, tem direito à vida.

Eu não creio, eu sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável. É um ser humano, com todas as suas características”
.

O pai do aborto tornou-se um defensor ferrenho da vida. Nathanson é responsável por um dos principais documentários pró-vida que existem: O Grito Silencioso.

  • Assim como o dr. Bernard Nathanson se tornou uma voz ativa na defesa da vida, você pode fazer o mesmo!

Assuma o protagonismo na defesa do que há de mais precioso: a vida!

Duas Vidas: o que estamos falando quando falamos sobre aborto estreia no dia 25 deste mês. Junto do lançamento, vamos divulgar uma das principais iniciativas em defesa da vida em nosso país.

Com a sua ajuda, esse documentário pode chegar a 100, 1000 ou até 1 milhão de pessoas. Cadastre-se e compartilhe para que esse documentário impacte milhões de brasileiros.

Relacionadas

Todas

Exclusivo para membros

Ver mais