Após 25 anos de pesquisa, cientistas brasileiros conseguiram devolver movimentos a pessoas com lesão completa da medula espinhal.
O tratamento experimental é baseado em uma proteína extraída da placenta humana e já havia mostrado resultados em animais.
O tratamento está na fase de testes clínicos. A Anvisa precisa de mais casos para verificar a segurança do paciente.
Tetraplégico voltou a andar por causa do procedimento
Um dos primeiros casos foi o do bancário Bruno Drummond de Freitas, que sofreu um grave acidente de carro em 2018.
A colisão causou uma lesão cervical com esmagamento completo de parte da medula, o que fez com que ele ficasse tetraplégico:
“Acordei pós-cirurgia sem fazer movimento algum. Braço, dedos, pernas, quadril, abdômen, nada mexia”, contou Bruno para a Globo.
O que ele não sabia era que sua família havia autorizado que ele passasse pela cirurgia experimental. Duas semanas depois ele começou a mexer o dedo do pé:
“Consegui mexer o dedo do pé. Na hora que eu só mexi o dedão do pé, na minha cabeça: ‘Tá bom, vou fazer o que com o dedão do pé?’”
Em algum tempo, ele conseguiu erguer a perna e recuperar seus movimentos. Precisou da ajuda de uma bengala para andar e ao fim se recuperou:
“Hoje em dia, consigo me movimentar inteiro, claro que com certas limitações. Minha perna movendo. Aí, consigo levantar, consigo andar, dançar, voar. Consigo me movimentar aqui. Então, isso daqui, graças a Deus, me garantiu minha independência. Estou me movimentando. Pé. Tem movimento do pé”.
Foi o primeiro resultado prático de um estudo que começou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ainda em 1999.



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