Trump conversou por telefone com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em meio a um aumento na tensão entre os dois países.
Em uma publicação feita em suas redes sociais, o presidente colombiano disse que contou a Trump sobre um esquema de tráfico de drogas durante a conversa.
Uma poderosa organização com alianças internacionais estaria levando drogas da venezuela para a Colômbia e as transportando para o resto do mundo:
“Eles são o maior cartel de cocaína do mundo; antes estavam localizados em Bogotá e Boyacá. A cocaína que chegava ao estado venezuelano de Apure saía de avião de Bogotá. A cocaína que sai por Catatumbo é comprada por eles e por seus parceiros estrangeiros mexicanos e albaneses.”
Segundo Petro, essa organização contava com o apoio de autoridades americanas, cartéis de drogas colombianos e dissidentes das FARC:
“Eles vivem no exterior e tinham acordos judiciais nos Estados Unidos. Colocaram a seu serviço o Clã do Golfo e Iván Mordisco.”
Por fim, ele concluiu sua mensagem dizendo que esse grupo tinha um plano para assassiná-lo, mas fracassou:
“Eles quiseram me assassinar por eu tê-los descoberto; quem tentou me assassinar foi morto no Equador.”
A presença do suposto assassino no Equador não seria uma coincidência. Segundo Petro, o grupo controla o tráfico no país:
“Eles controlam o tráfico para o Equador e vários portos. Transportam cocaína por submarinos e navios mercantes. Treinam jovens para mergulhar e escalar grandes navios.”
Junto com a mensagem, Petro colocou o link de um vídeo que fala sobre o grupo e diz que se tradas de uma organização bilionária:
O vídeo vem acompanhado de uma legenda segundo a qual Petro falou sobre o grupo e Trump ficou “em silêncio”.
A relação entre a Colômbia e os EUA têm sido marcada por alfinetadas entre os dois presidentes, mas pioraram desde a operação americana na Venezuela.
“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", declarou Trump em sua primeira entrevista após a captura de Maduro.
O presidente americano também disse que a ideia de uma ação semelhante na Colônia “soa bem” após ser questionado por jornalistas.

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