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Em uma matéria do Estadão em 2012, a manchete alerta que “A ONU cobra Brasil por mortes em abortos de risco”. No texto da reportagem, os peritos da organização “acusam o Executivo (Dilma Rousseff) de falta de ação sobre a morte de 200 mil mulheres a cada ano”.
Print da manchete da reportagem do Estadão de 2012.
Já a Exame, em reportagem de 2016, informa que “o Brasil registra em média quatro mortes por dia de mulheres que buscam socorro nos hospitais por complicações do aborto”, o que daria 1.460 mortes por ano, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde apurados pela reportagem.
Print da manchete da reportagem da Exame de 2016.
São 200 mil ou 1400 mortes? Confira os dados oficiais sobre óbitos de mulheres em idade fértil e óbitos maternos no Brasil, no período de 2011:
Quadro de óbitos de mulheres em idade fértil e óbitos maternos no Brasil.
Somando as três últimas categorias, "Outros tipos de aborto", "Aborto não especificado (NE)" e "Falha de tentativa de aborto", soma-se 68 mortes em 2011.
Esse número pode ser maior, mas não chega aos 200 mil alardeados. Indo além, caso sejam subtraidas as 49 mortes por aborto não especificado, por não se saber se são provocados ou espontâneos, caem para 19 o número de óbitos.
Países que já aprovaram o aborto, mostram dados que a mortalidade materna, ao invés de diminuir, aumentou. É o que se observa no Canadá e nos EUA.
Entre 1990 e 2008, a taxa de mortalidade materna canadense cresceu 94% e, nos EUA a taxa passou de 10,3 para 23,2 óbitos para cada 100 mil mulheres.
O que os dados denunciam é que quando o número de abortos explode, é natural que os riscos para as mulheres que abortam sejam maiores e, em muitos casos, infelizmente, levem à morte.
Segundo o professor Marcus Vinicios Lins, em seu curso Aborto: Quem é a verdadeira vítima, do Núcleo de Formação da Brasil Paralelo, onde o aborto foi restringido, o número de mortalidade materna diminuiu:
No Chile, após a proibição, houve uma redução de 69,2%;
Em El Salvador a queda foi de 65% no período de 1990 a 2015 e;
Na Nicarágua, a partir da proibição em 2006, os óbitos maternos caíram de 93 para 36 por 100 mil habitantes.
Com base nesses dados, onde se proíbe o aborto, a vida das mulheres também é poupada.
A Brasil Paralelo decidiu se posicionar a favor da vida
DUAS VIDAS - Do que estamos falando quando falamos de aborto está sendo produzido em tempo recorde para servir a sociedade com informações confiáveis. A Brasil Paralelo está trabalhando dia e noite para cumprir seu propósito perante os brasileiros e a todos os seus membros assinantes que a financiam.
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