A CPI do Crime Organizado aprovou hoje uma série de medidas que atingem o centro do poder em Brasília.
O foco é uma suposta rede de influência e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master, fundos de investimento e autoridades públicas.
O relator, senador Alessandro Vieira, classificou a sessão como "histórica" ao mirar a infiltração de possíveis organizações criminosas em instituições financeiras e políticas.
O ponto mais sensível da investigação é a relação entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal.
- O Resort Tayayá: A CPI investiga como a empresa Maridt, que pertence aos irmãos do ministro Dias Toffoli (e da qual o próprio ministro é sócio), faturou com a venda de participações em um resort no Paraná. O comprador foi um fundo de investimento ligado ao cunhado de Vorcaro.
- Conexão com Moraes: A comissão também aprovou o convite para ouvir Viviane Barci de Moraes, advogada e esposa do ministro Alexandre de Moraes. O motivo é um contrato de cerca de R$130 milhões firmado pelo Banco Master com seu escritório.
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