Um relatório da Polícia Federal (PF) enviado ao ministro Edson Fachin apresenta indícios que confrontam a defesa de Dias Toffoli no caso Banco Master.
Toffoli sustenta que seus ganhos com o resort Tayaya pelo fundo Arleen aconteceram em 2021, mas mensagens de dezembro de 2024 encontradas no celular de Daniel Vorcaro sugerem pagamentos três anos depois.
A diferença temporal é o ponto central que pode sustentar um pedido de suspeição contra o magistrado.
Em nota, Toffoli admitiu ser sócio da empresa Maridt e afirmou que a venda do resort aconteceu em duas etapas:
Em setembro de 2021 aconteceu a venda de cotas ao fundo Arleen, controlado pela Reag, administradora ligada diretamente ao banco de Daniel Vorcaro. Em 2025, o saldo remanescente foi transferido para a PHB Holding.
Assim, ao assumir a relatoria do caso Master no fim de 2025, não haveria mais vínculo com os investigados.
No entanto, as mensagens recuperadas pela PF contam outra versão.
Segundo Malu Gaspar, diálogos de dezembro de 2024 mostram uma discussão entre Vorcaro e Zettel sobre repasses ao ministro.
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