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Economia
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Bitcoin tem dia de alta após queda histórica nos últimos meses

A moeda acumula uma perda de 40% em seu valor nos últimos 6 meses. Essa sexta-feira acordou diferente com uma leve recuperação.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
6/2/2026 18:06
Mercado de bitcoin é campo de batalha entre visões pessimistas e otimistas.

O bitcoin é a mais antiga criptomoeda e surgiu como uma resposta à grave crise de 2008. A principal tese era a de que a interferência dos governos e dos bancos na economia provocavam distorções que levavam as moedas a valerem menos. 

Sendo assim, o bitcoin seria uma moeda descentralizada que não dependeria dessas instituições.

Desde a sua criação, a moeda teve uma valorização impressionante. Nos últimos 10 anos, o ativo acumula uma valorização de incríveis 22.851,43%. 

Mesmo com esse crescimento em seu valor, a moeda nunca foi uma unanimidade. 

A principal crítica é a respeito da sua incapacidade de ser uma moeda corrente. Por exemplo, é difícil pagar um salário ou almoçar em um restaurante usando bitcoins. 

A outra crítica é que a moeda não seria uma reserva de valor confiável. 

Ao contrário do que defendem seus entusiastas, ela não poderia ser comparável ao ouro ou a prata que são sólidas reservas de valor.

Essas críticas ganharam força com a recente situação crítica do bitcoin. Desde outubro de 2025, ela vem sofrendo uma queda acentuada. 

No dia 10 de outubro de 2025, um bitcoin valia R$ 668.750,15. 

Hoje, essa mesma moeda vale R$ 374.098,95.

Essa não é a primeira queda agressiva que o bitcoin teve 

No dia 19 de novembro de 2021, um bitcoin valia R$ 361.401,07. Cerca de um ano depois, 24 de dezembro de 2022, essa mesma moeda valia R$ 86.942,59. Uma queda impressionante. 

A questão é que, com o tempo, a moeda voltou a valorizar, ao ponto de que no dia 25 de janeiro de 2025, um bitcoin equivaler a R$618.501,36, valor muito mais alto do que o anterior à queda. 

O que está causando a crise atual do bitcoin?

O Bitcoin entrou em uma fase de ajuste, causada principalmente por grandes vendas e por um enfraquecimento da narrativa que sustentava a alta. Não é uma crise de funcionamento do Bitcoin, mas de comportamento do mercado.

Primeiro, é preciso entender o papel dos ETFs.

ETF é a sigla para Exchange Traded Fund, ou fundo negociado em bolsa. Na prática, é um produto financeiro que permite investir em um ativo sem precisar comprá-lo diretamente.

No caso do Bitcoin, o ETF permite que bancos, fundos e pessoas comuns invistam em Bitcoin como se estivessem comprando uma ação, sem lidar com carteira digital, senhas, custódia ou tecnologia.

Isso mudou completamente o mercado. Investidores antigos, que compraram Bitcoin há muitos anos, quando ele valia quase nada, agora conseguem vender bilhões de dólares de uma vez, usando esses fundos, sem quebrar o sistema. 

Antes, uma venda desse tamanho derrubaria o preço a zero. Hoje, o mercado aguenta, mas fica sob pressão constante de venda, o que faz o preço cair ou andar de lado.

O segundo problema é a narrativa de reserva de valor. 

O Bitcoin é frequentemente comparado ao ouro, mas ainda não é tratado da mesma forma. O ouro oscila pouco; o Bitcoin pode cair 40% em poucos meses. Para grandes instituições, isso é difícil de justificar. 

Além disso, o Bitcoin é jovem, tem pouco mais de 15 anos, enquanto o ouro é usado há milhares de anos. Isso gera desconfiança para investimentos mais conservadores.

Há também o cenário econômico. A inflação nos Estados Unidos está baixa, o que reduz a necessidade de proteção contra a perda de poder de compra. Sem medo da inflação, muitos investidores preferem aplicar em ativos que já estão subindo, como ações e ouro, em vez de apostar em algo que está caindo.

Por fim, existe o fator psicológico. 

A marca dos US$ 100 mil era um objetivo antigo de muitos investidores. Quando esse nível foi alcançado, muitos decidiram vender e realizar lucro. 

Esse movimento iniciou a queda e empurrou o Bitcoin para um bear market, termo usado quando um ativo cai mais de 20% desde o topo.

O bitcoin vai acabar?

Segundo o investidor Michael Burry, famoso por prever a crise de 2008, a combinação entre perda de credibilidade e vendas forçadas pode criar um ciclo perigoso: empresas que compraram Bitcoin para seus caixas estariam sendo obrigadas a vender com prejuízo, empurrando o preço ainda mais para baixo e agravando a queda, levando a uma “espiral da morte”.

O Banco Central Europeu alertou que o ativo não tem valor intrínseco e poderia ir a zero. Já Warren Buffett afirma que o Bitcoin “não produz nada” e não tem utilidade econômica real.

Nem todos são pessimistas

Em entrevista ao Times Brasil, Rony Szuster, Head de Research do Mercado Bitcoin, diferencia o Bitcoin das demais criptomoedas. 

Enquanto muitas altcoins funcionam como startups e podem desaparecer, o Bitcoin é o ativo mais seguro do mercado de criptomoeda. Ele possui um mercado trilionário, é descentralizado e tem utilidade real, especialmente para liquidações globais e transferências de valor.

No longo prazo, o analista afirma que o Bitcoin segue ciclos históricos de cerca de quatro anos e, em todos eles, acabou renovando suas máximas. 

O que fazer diante da crise?

Todas as situações em que dúvidas surgem, a melhor resposta é o estudo. A informação é o que levará você a tomar a melhor decisão, seja ela comprar, vender ou deixar parado o que já tem. 

Para compreender mais sobre a história do bitcoin e ter acesso a entrevistas de especialistas na moeda, assista ao documentário Bitcoin: os Dois Lados da Moeda.

O episódio de inauguração será gratuito e você poderá assistir se cadastrando pelo link abaixo:

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