Segundo o The Christian Post, o VID é acessível ao público e cataloga diversas violências, incluindo:
- assassinatos;
- prisões;
- sequestros;
- assédio sexual;
- pressão;
- casamentos forçados.
O banco permite buscas por país, religião e perpetrador da violência, oferecendo um nível sem precedentes de verificação e análise de dados.
“Dar uma voz aos sem voz”
Segundo as informações do banco de dados, os principais responsáveis pela perseguição incluem:
- grupos étnicos;
- famílias;
- autoridades governamentais;
- organizações multilaterais;
- civis;
- organizações criminosas;
- partidos políticos.
O banco de dados começou a registrar relatos globais de ataques violentos em 2022. Hoje ele já está rastreando mais de 6.000 incidentes.
“Este banco de dados ajuda a dar voz aos sem voz, registrando e compartilhando detalhes de ataques específicos sofridos por cristãos e outras pessoas de fé em todo o mundo. Nossa esperança é que este recurso notável seja utilizado por qualquer pessoa que defenda e relate em nome da igreja perseguida”, diz David Curry, CEO do GCR.
A base de dados Violent Incidents Database é financiada pelo Global Christian Relief e conduzida pelo International Institute for Religious Freedom (IIRF), um importante centro de estudos sobre liberdade religiosa.
O banco de dados será apresentado na International Religious Freedom Summit em Washington, D.C., nos dias 30 e 31 de janeiro. Ele também contribuirá para o próximo GCR Global Religious Freedom Index, uma ferramenta abrangente que será lançada nesta primavera.
Mais de 4,9 bilhões de pessoas vivem em países com graves violações da liberdade religiosa
“Vivemos em um mundo onde a perseguição violenta de cristãos e outros grupos religiosos é rampante e está aumentando. Este banco de dados não apenas nos ajuda a rastrear a violência, mas nos ajuda a entender melhor o que os cristãos perseguidos realmente precisam de seus irmãos e irmãs ao redor do mundo”, diz Ronald Boyd-MacMillan, Chefe de Estratégia Global e Pesquisa do GCR.
De acordo com executivos do IIRF os dados são baseados em relatos publicados na mídia digital e nas redes sociais. Muitos incidentes nunca chegam ao público e podem não ser abrangidos pela base de dados.