O governo do Paquistão declarou guerra ao Afeganistão e bombardeou a capital Cabul, além das cidades de Kandahar e da província de Paktia.
Segundo autoridades paquistanesas, os ataques foram feitos com mísseis disparados contra escritórios e postos militares do Talibã.
O Exército afirmou ter atingido 22 alvos militares e matado 274 autoridades e militantes do regime do Talibã.
Imagem dos ataques aéreos em Cabul.
Além disso, informou que pelo menos 12 soldados paquistaneses morreram no conflito até o momento. O governo afegão confirmou os bombardeios, mas negou que haja vítimas.
O talibã retaliou com ataques com drones contra instalações militares paquistanesas em Islamabad, Nowshera, Jamrud e Abbottabad.
Imagem do ataque a drone divulgado pela televisão estatal afegã.
Apesar da ofensiva, o governo do Paquistão declarou ter abatido todos os drones e negou vítimas.
Talibã pede pela paz
Apesar da escalada militar, Mujahid afirmou que seu país deseja resolver o conflito por meio do diálogo:
“Temos enfatizado repetidamente uma solução pacífica e ainda queremos que a questão seja resolvida por meio do diálogo”, disse em coletiva de imprensa.
O regime iraniano, que passa por momentos de tensão com os EUA, chegou a se oferecer como mediador para a paz na região
“A República Islâmica do Irã está pronta para fornecer toda a assistência necessária para facilitar o diálogo e contribuir para melhorar o entendimento e a cooperação entre os 2 países”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi.
Ele também chegou a destacar que o conflito acontece em um dos períodos mais sagrados para o Islã:
“Durante o mês sagrado do Ramadã, é apropriado que o Afeganistão e o Paquistão administrem e resolvam as diferenças existentes no âmbito da boa vizinhança e por meio do diálogo”.
Além do Irã, o governo da China também fez apelos por moderação e cessar-fogo imediato.







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